
Clebson José Soares.
ANIMAIS FELINOS
ANIMAIS FELINOS - A FAMÍLIA FELIDAE
OS FELINOS - Os felinos ou felídeos (latim científico: Felidae), fazem parte da grande família de mamíferos carnívoros, que vai desde o gato doméstico (o mais conhecido) até o leão, o rei da selva. Todos apresentam garras longas e encurvadas e alguns deles possuem unhas retrateis, ou seja, quando o animal as encolhe, elas são envolvidas pelas dobras da pele.
As patas da frente têm 5 dedos e as de trás 4. Todos são privilegiados de um ótimo olfato, audição aguda e a capacidade de enxergar muito bem durante a noite. Possuem mais de 500 músculos e mantém o controle sobre todos. Sua espinha é bastante flexível, o que lhes permite subir em árvores com facilidade.
A alimentação é constituída basicamente de pequenos mamíferos, roedores e aves. Habitam todos os continentes, exceto a Antártida e Oceania. Os felinos brasileiros de algum modo estão ameaçados de extinção. Com a crescente distribuição dos ecossistemas e consequentemente da vida selvagem, a criação em cativeiro uma importante estratégia para a conservação das espécies.
APARÊNCIA FÍSICA
Os felinos têm um corpo ágil e flexível, com membros musculares. Na grande maioria das espécies, a cauda possui entre um terço e metade do comprimento do corpo, embora existam algumas exceções, como por exemplo: o lince e o gato-maracajá. Os membros são digitígrados com patas almofadadas e garras retráteis.
As várias espécies de felinos variam muito em tamanho. Um dos menores é o gato-de-patas-negras, medindo de 35 a 40 centímetros de comprimento, e o maior é o tigre-siberiano, que pode atingir até 3,5 metros de comprimento e pesar 300 kg. A pele dos felinos assume muitas formas diferentes, sendo muito mais espessa nas espécies que vivem em ambientes frios, como o leopardo-das-neves.
A cor dos felinos também é muito variável, embora a pele marrom à dourada seja mais comum na maioria das espécies - normalmente marcada com manchas distintas, listras, ou rosetas. Os únicos felinos que não possuem marcas significativas são o leão, a onça-parda, o caracal e o gato-mourisco (jaguarundi). Algumas espécies apresentam melanismo, em que alguns indivíduos têm a pele totalmente preta. A língua dos felinos é áspera (coberta por papilas córneas), que ajudam a retirar a carne dos ossos de suas presas.
DOENÇA A SER ADQUIRIDA
AIDS Felina: veja como essa doença pode prejudicar o seu animal de estimação. Descoberta na década de 80, a AIDS felina é causada pelo vírus FIV (vírus da imunodeficiência felina), que ataca o sistema imunológico do animal, deixando-o vulnerável às doenças de natureza “oportunista”, como periodontites, dermatites, estomatites etc.
Apesar de descoberta há certo tempo, essa doença ainda é pouco conhecida entre os donos de animais de estimação, porém, mesmo sendo pouco comentada, o risco de o seu animal ser positivo existe, mesmo que os dados brasileiros indiquem uma baixa prevalência. O fato de não apresentar sinais visíveis até chegar ao segundo ou terceiro estágio, torna difícil o tratamento, aumentando ainda mais a importância de conhecer as formas de contágio e de prevenção.
a. Causas da AIDS Felina
A transmissão ocorre principalmente por meio de saliva e sangue do felino portador do FIV. A Aids felina não apresenta predisposição à alguma raça, porém os felinos machos possuem um maior risco de infecção, devido a estarem mais envolvidos em brigas por acasalamento ou território, expondo-se, assim, a saliva e sangue de outro felino que pode possuir o FIV.
Tratando-se de gatos, o perigo é muito maior para aqueles que vivem nas ruas do que entre os domiciliados, não somente pelo fato de terem maior contato com outros felinos, como também pelas constantes brigas, submetendo-os aos riscos da doença.
Além de brigas, mordidas e arranhões, existem outras formas de contrair o vírus, como a transfusão sanguínea e transmissão de mãe para o filho por meio da placenta ou do leite, durante a amamentação. Também há a possibilidade de infecção por meio de vasilhas com ração ou água, compartilhadas pelo animal infectado.
b. Sinais Clínicos da AIDS Felina
Os sinais clínicos variam de acordo com a fase da doença e, na maioria das vezes são inespecíficos como: diarreia, febre e perda de peso. Os sinais clínicos da AIDS felina são classificados academicamente em diferentes fases:
Apesar de estarem divididos em fases, muitos dos sinais clínicos podem ocorrer juntos. É importante lembrar que o diagnóstico é sempre importante, seja seu animal de risco ou não, pois um animal positivo para FIV poderá ter doenças pioradas pelo seu estado imunológico.
c. Diagnóstico da AIDS Felina
O diagnóstico é feito com exames clínicos e laboratoriais. Embora lembre a Aids humana, a FIV atinge apenas felinos, não havendo risco de contágio às pessoas, pois, assim como o vírus HIV, trata-se de uma doença espécie-específica, portanto somente os animais pertencentes à família Felidae (gato doméstico, leão, onça pintada, tigre, entre outros) que podem se infectar pelo FIV. O diagnóstico dessa doença pode ser feito por meio de exames clínicos e laboratoriais.
Os testes laboratoriais são os mais eficazes e seguros. No Brasil, os mais utilizados são os chamados "Snap teste" e o PCR. Apesar do avanço desses exames, podem ocorrer resultados falsos. O resultado falso negativo pode ocorrer em animais na fase inicial e final, enquanto o resultado falso positivo é possível ocorrer em filhotes com até seis meses de vida, devido aos anticorpos maternos ainda presentes em seu organismo. Cabe ao médico veterinário interpretar os resultados e unir aos sinais clínicos e outros exames realizados, como hematológicos.
d. Tratamento da AIDS Felina
Não existe cura, somente um tratamento que vise prolongar a vida do felino. Ao se falar em tratamento, não há muito que fazer quando a doença é pelo FIV, pois ela não possui cura e nem tratamento específico. Os animais infectados pelo vírus são imunodeprimidos, ou seja, possuem um sistema imunológico deficiente e acabam desenvolvendo doenças “oportunistas”.
Essas infecções, na maioria dos casos, são as únicas combatíveis por meio de um tratamento sintomático, porém, geralmente, animais portadores do FIV não respondem bem a tais tratamentos. Por ser um retrovírus, possui uma alta taxa de recombinação, o que implica em dificuldade de tratamento e produção de vacina eficaz.
É importante que o dono do animal consulte um médico veterinário de confiança e mantenha o hábito de levar o gato para consultar, no mínimo, duas vezes ao ano a fim de realizar exames de prevenção. Por se tratar de uma doença “discreta” e sem cura, a Aids felina representa uma ameaça não somente para o animal portador, como para aqueles felinos que convivem no mesmo meio.
É de grande responsabilidade dos donos desses felinos manterem o animal, infectado ou não, dentro de sua casa e, de preferência, que optem pela castração, evitando o contato com outros animais e, assim, impedindo que o seu animal seja infectado ou, caso já esteja com a doença, transmita para animais daquela região.
Diferente do que muitos pensam, a castração e o isolamento do animal de estimação devem fazer parte do ciclo de vida do animal doméstico e são as maneiras mais seguras de criá-lo e evitar expô-lo aos perigos externos, pois, se há interferência na vida natural do animal, essa intervenção já ocorre a partir do momento que você o leva para sua casa.
Seja responsável e evite uma maior propagação de doenças como a Adis felina, afinal, o melhor tratamento e combate, principalmente nesse caso, é a prevenção.
DOENÇA A SER TRANSMITIDA
A toxoplasmose é uma doença infecciosa causada pelo Toxoplasma gondii, protozoário que pode se manifestar de forma assintomática na maioria dos casos, até mesmo sem causar nenhum dano, caso o hospedeiro não esteja com seu sistema imunitário comprometido. Este micro-organismo é parasita intracelular, principalmente de células do sistema nervoso e muscular de animais endotérmicos - inclusive cães, “gatos”, coelhos, lebres, aves, suínos, gados, ratos e cobaias.
Sua reprodução pode ser assexuada, dando origem a zoítos que, após sucessivas divisões, se tornam merozoítos, infectando novas células, inclusive as de defesa; ou sexuada (gametogônica), no intestino do hospedeiro, dando origem aos oocistos. Oocistos podem ser eliminados no ambiente pelas fezes, podendo infectar outros animais – inclusive os humanos. Esta última forma de reprodução ocorre, predominantemente, em felinos.
A ingestão da carne crua ou malcozida de animais infectados é outra forma de se adquirir a toxoplasmose, já que estes possuem em seus músculos formas residuais infectantes do parasita. Apenas 10% das pessoas imunologicamente preservadas apresentam sintomas, sendo o principal a presença de ínguas, geralmente no pescoço. Febre, dores musculares e articulares, comprometimento da visão, dor de cabeça e garganta e manchas pequenas e vermelhas pelo corpo podem ser outros sinais da toxoplasmose.
a. Sinais da Toxoplasmose
Inflamação da retina (coriorretinite), apresentando conjuntivite, hemorragias oculares, embaçamento da visão, dentre outros sintomas, pode ocorrer, principalmente, em crianças - nos seus primeiros dez anos de vida. A doença pode ser transmitida pela mãe no período fetal (toxoplasmose congênita). Esta doença permanece latente após certo tempo de infecção podendo, mesmo que raramente, ressurgir em situações de baixa imunidade.
b. Diagnósticos
Para diagnosticar a doença, exames de sangue são necessários. Mulheres gestantes ou que pretendem engravidar devem fazê-los, a fim de evitar outras complicações, como aborto, crescimento retardado do feto, nascimento prematuro e malformações.
c. Cuidados
Cuidados relacionados à ingestão de carne e contato direto com animais, principalmente felinos, são necessários para evitar estes protozoários. Lavar com água corrente os vegetais antes de comê-los é, também, uma medida necessária.
OS GATOS
O gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da Família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar, é um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos.
Petit! Ajudando a reciclar.
A primeira associação com os humanos da qual se tem notícia ocorreu há cerca de 9.500 anos, mas a domesticação dessa espécie oriunda do continente africano4 5 é muito mais antiga. Seu mais primitivo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período Paleoceno, e que possuía o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores.
CASTRAÇÃO DE GATOS
A castração/esterilização de gatos é um procedimento cirúrgico simples, bastante difundido e recomendado por muitos veterinários ao redor do mundo. Esses veterinários, favoráveis a castração, afirmar que a menos que você queira que seus gatos deem cria é recomendado castrar o gato. Para os gatos machos se diz “castrar” e para as fêmeas se fala em “esterilizar”. Recomenda-se que a castração ocorra antes de 1 ano de idade pois nesse caso as vantagens que ela traz para seu animal aumentam (veja abaixo).
a. Quais as Vantagens de castrar Gatos?
As principais vantagens de você castrar o seu gatinho são:
b. Vamos analisar com mais detalhe.
Um gato castrado tende a ser um animal menos ansioso e agitado, será mais dócil com seus donos e mais fácil de educar. Além disso, a gata esterilizada irá se torna menos barulhenta. Essas mudanças ocorrem, pois o comportamento do gato dependerá menos de seus instintos sexuais.
Gatos castrados costumam brigar menos com outros gatos. Brigas podem machucar muito seu gatinho e custa caro tratar de seu amigo machucado no veterinário. Um gato não castrado tem o costume de fugir de casa para encontrar parceiros. Isso aumenta a chance do gato se perder ou se machucar.
Animais não castrados têm mais chance de contrair uma série de doenças como:
GATOS E GATAS CASTRADOS TENDEM A VIVER MAIS TEMPO E TER UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL
Sim, tanto fêmeas como machos que não são castrados costumam fazer mais sujeira. Os machos não castrados costumam marcar território soltando jatos de urina. As fêmeas não esterilizadas costumam urinar e defecar em local inapropriado quando estão no cio.
Castrar o gato pode deixar os donos culpados, pois às vezes acreditam que estão fazendo mal ao gato. Você deve ter em mente que a operação de castração/esterilização é considerada como um procedimento simples e rápido. Um bom veterinário já realizou diversas operações assim e estará aberto para tirar todas as suas dúvidas sobre os detalhes do procedimento. É bastante rara a ocorrência de complicações nesse tipo de operação.
Durante a cirurgia o veterinário terá de raspar um pouco do pelo de seu gatinho algo que pode lhe assustar no começo, mas isso não irá machucá-lo. Castrar um gato além de trazer benefícios para sua saúde é uma questão de cidadania. O problema de superpopulação de gatos em cidades é grave e deve ser contido. A melhor forma de fazer isso é castrando os felinos.
É recomendado castrar os gatinhos machos por volta dos 8 meses de idade assim que os testículos descerem para a bolsa escrotal. Já nas fêmeas é recomendada a esterilização a partir dos 7 meses de idade. Mas lembre-se, é seu veterinário que saberá exatamente o momento certo de castrar seu animal.

Petit! Recuperação (pós-cirurgico) castração.
Lembre-se que para gatos saudáveis, sem complicações de saúde você pode castrar seu gato/gata em qualquer momento de sua vida adulta. A operação geralmente não é restrita a fase de filhote do gato. Porém é importante saber que os benefícios da castração aumentam se ela ocorrer precocemente (antes de 1 ano de idade).
ADOÇÃO
Adotar um animal representa muito mais do que um gesto de solidariedade; é um gesto de amor. Existem pessoas que, por tanto amar, acabam se tornando protetores. O papel do protetor dos animais é retirar das ruas, cuidar e tratá-los para possível adoção. Muitas vezes são criados em suas próprias casas, com auxílio de doações e parcerias. Trabalhando em conjunto com outros protetores ou até sozinhos, são capazes de realizar grandes ações.
Visite alguns Sites, saiba mais:
Além de vários outros existente a mais, não perca tempo, e ADOTE O SEU!
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Fontes: https://www.agendapet.com.br
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Clebson José Soares.
"O mundo PET! Onde todos os PET são plásticos, mas nem todos os plásticos são PET".
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